SÃO FRANCISCO ENSINA A FRATERNIDADE UNIVERSAL:

Reconciliação Com Deus, o Homem e a Natureza
A urgência de uma reconciliação universal que inclui a natureza
Que uma reconciliação universal, incluindo também a natureza, seja urgente e imprescindível, é óbvio quando lembramos os dados e factos assustadores que marcam os tempos modernos.
No mundo, aproximadamente 40.000 crianças morrem todos os dias das conseqüências da subnutrição. Acontece que a saúde de muitas delas já foi enfraquecida previamente por matérias tóxicas que envenenam o ambiente onde vivem. Milhões de meninos e meninas procuram sobreviver nas ruas das grandes cidades. Não são poucos os países onde essas crianças são consideradas incómodas, molestas e descartáveis; a ponto de serem eliminadas por forças para-militares. Boutros Boutros-Ghali, antigo Secretário Geral das Nações Unidos, prevê a possibilidade de uma nova guerra mundial desencadeada pela luta por água potável. Muitas nações ricas exportam o seu lixo tóxico para países pobres, onde é guardado sem as devidas precauções, envenenando o meio ambiente e prejudicando a saúde das populações. A camada de ozónio, que envolve a terra como uma segunda película protegendo-a de nocivos raios solares, é destruída pelos gases de escape produzidos, sobretudo, nos países industrializados, onde são causados tanto pela indústria como pelo número excessivo de automóveis. Em consequência, nos países próximos da Antártida, como a Austrália e Nova Zelândia, o Chile e a Argentina, homens, animais e plantas são prejudicados na sua saúde. Entre os homens aumentam os casos de cancro da pele; entre certos animais que vivem em liberdade, como p. ex. ovelhas, cangurus e coelhos, multiplicam-se os casos de cegueira. CO2 e outros gases com efeito “estufa”, contribuem para que a temperatura climática na terra vá aumentando. O gelo nos polos derrete; países ou ilhas de superfície baixa, como Bangladesh e as ilhas do Oceano Pacífico, vão afundando-se no mar. Ao mesmo tempo, as regiões desertas crescem. Necessariamente, a consequência será a fuga em massa de centenas de milhões, procurando salvar-se de mega-catástrofes ecológicas. Hoje em dia, muita gente está convencida de que a crise ecológica é também uma crise religiosa, desencadeada, entre outras coisas, pela compreensão equivocada do relato da Criação como consta no livro do Gênesis. A ordem de Deus que manda ao homem “encher a terra e subjugá-la” (Gn 1,28), é interpretada erroneamente como se tratasse de uma permissão sem restrições de usar e de abusar da terra e de explorá-la indiscriminadamente. O texto sagrado, pelo contrário, é o convite para zelar cuidadosamente pela terra, como dignos administradores que representam a Deus. Entretanto, já nos anos sessenta, surgiu a convicção de que a crise ecológica só poderia ser superada por meio de uma nova orientação religiosa. Na opinião de Lynn White, essa nova visão já foi vivida exemplarmente por Francisco. Por isso, ele propôs São Francisco como padroeiro da ecologia. Em 1979, o Papa João Paulo II concordou com essa idéia, assumindo-a e declarando Francisco padroeiro mundial do meio ambiente. Os exemplos dados por Francisco e também por Clara, convidam-nos a vivermos como uma família harmoniosamente unida, segundo a vontade de Deus. Como verdadeiros irmãos e irmãs, todos os seres humanos e todas as criaturas em geral devem ser reconciliados com Deus. As inimizades que existem entre pessoas ou famílias inteiras, entre grupos humanos ou nações são profundamente nocivas. As guerras modernas, os actos de terrorismo e violência, o ódio, a ganância e o repúdio aos estrangeiros, tudo isto é prova de uma total falta de disposição para amar. Pelo exemplo da vida e da pessoa de Francisco de Assis, estamos convidados de modo muito concreto e insistente a respeitar todas as criaturas. O professor Hans Mislin e sua aluna Sophie Latour comentam: “No início, Francisco tinha a intuição de que os seres humanos não são senão uma parte de um Todo que é muito maior do que eles. A consequência lógica é que todos os âmbitos e esferas da vida têm um sentido próprio; e a sua justificação lhes vem de sua pertença ao reino sobrenatural e espiritual de Deus. A forma de vida franciscana, que reconhece nas outras criaturas autênticos parceiros, é por isso mesmo de grande importância para nós.

Vamos lá pensar um pouco sobre estas coisas.

PADROEIRO DO MEIO AMBIENTE

São Francisco de Assis

4 de Outubro

São Francisco de AssisFrancisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos.Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”. Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.

Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes.

A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida.

Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas.

O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.

São Francisco de Assis, rogai por nós!

RESULTADO DA SELETIVA DO FESTIVAL 2011 – E.M

Agradeço a Participação de Todos!!!

Classificação do Festival

Victória Catherina – 1ºF————–  85

Isabella Bertuol – 2ºD —————– 84

Mayra Mayquelle – 2ºB Not  ——— 80

Gabriel Guimarães – 1º F  ————–80

Ariane Lemes – 2º F   ——————-78

Isabela Rebêlo – 2º G ——————-78

Ana Letícia – 3ºG ———————— 75

Gabriel e Guilherme Volp – 3ºE —— 75

Lucas Rosa – 2ºB —————————-73

Jolivete Nantes – 3ºC ——————72

Ligia – 1ºA Not ————————– 72

Matheus Miranda – 2ºE —————71

 

BOM FESTIVAL PARA TODOS!

Troca de Ingressos na Hora do Intervalo

Beata Teresa de Calcutá

5 de Setembro

Beata Teresa de Calcutá “Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz.” Mais do que falar e escrever, Madre Teresa vivenciou este seu pensamento. Nascida a 27 de agosto de 1910 em Skoplje (Albânia), foi batizada um dia depois de nascer. A sua família pertencia à minoria albanesa que vivia no sul da antiga Iugoslávia. Seu verdadeiro nome era Agnes Gonxha Bojaxhiu.
Pouco se sabe da sua infância, adolescência e juventude, porque Madre Teresa não gostava de falar de si própria. Aos dezoito anos, surge-lhe o pensamento da consagração total a Deus na vida religiosa. Obtido o consentimento dos pais, e por indicação do sacerdote que a orientava, entrou, no dia 29 de setembro de 1928, para a Casa Mãe das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, situada na Irlanda.
O seu sonho, no entanto, era a Índia, o trabalho missionário junto aos pobres. Cientes disso, suas superioras a enviaram para fazer o Noviciado já no campo do apostolado. Agnes então partiu para a Índia e, no dia 24 de maio de 1931, faz a profissão religiosa tomando o nome de Teresa. Houve na escolha deste nome uma intenção, como ela própria diz: a de se parecer com Teresa de Jesus, a humilde carmelita de Lisieux.
Foi transferida para Calcutá, onde seguiu a carreira docente e, embora cercada de meninas filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saía às ruas: os bairros pobres da cidade cheios de crianças, mulheres e idosos cercados pela miséria, pela fome e por inúmeras doenças.
No dia 10 de setembro de 1946, dia em que ficou marcado na história das Missionárias da Caridade (congregação fundada por Madre Teresa) como o “Dia da Inspiração”, Irmã Teresa, durante uma viagem de trem ao noviciado do Himalaia, depara-se com um irmão pobre de rua que lhe diz: “Tenho sede!”. A partir disso, ela tem a clareza de sua missão: dedicar toda sua vida aos mais pobres dos pobres.
Após um tempo de discernimento com o auxílio do Arcebispo de Calcutá e de sua Madre Superiora, Irmã Teresa sai de sua antiga congregação para dar início ao trabalho missionário pelas ruas de Calcutá. Começa por reunir um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, a quem começou a dar escola. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo. Dez dias depois, eram cerca de cinquenta crianças.
Os inícios foram muito duros, mas Deus ia abençoando a obra da Irmã Teresa e as vocações começaram a surgir, precisamente entre as suas antigas alunas. Em 1949, Madre Teresa começa a escrever as constituições das Missionárias da Caridade e a 7 de outubro de 1950 a congregação fundada por Madre Teresa é aprovada pela Santa Sé expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo inteiro.
No ano de 1979 recebe o Prêmio Nobel da Paz. Neste mesmo ano, o Papa João Paulo II a recebe em audiência privada e torna Madre Teresa sua melhor “embaixadora” em todas as Nações, Fóruns e Assembléias de todo o mundo.
Com saúde debilitada e após uma vida inteira de amor e doação (vida esta reconhecida por líderes de outras religiões, presidentes, universidades e até mesmo por países submetidos ao marxismo), Madre Teresa foi encontrar-se com o Dono e Senhor de sua vida a 5 de setembro de 1997. Seu velório arrastou milhares de pessoas durante vários dias.
Foi beatificada pelo Papa João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, Dia Missionário Mundial.

Beata Teresa de Calcutá, rogai por nós!

Evangelho do Dia

Evangelho (Lucas 6,6-11)
Segunda-Feira, 5 de Setembro de 2011
23ª Semana Comum
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Aconteceu num dia de sábado que 6Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para ver se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. 9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?” 10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. 11Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

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